22 produtos. Gere o que precisar.
Cada um sai pronto sozinho — não precisa fazer os outros antes.
Todo produto é um documento pronto pra anexar ao processo no SEI, com base legal e justificativa. Os verbos abaixo são só uma forma de organizar — escolha qualquer produto e comece por ele. O catálogo é público; gerar pede login.
↓ 22 produtos · clique pra ver o que cada um é
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01 Relatório de Diagnóstico Institucional O retrato do problema: cenário, quem está envolvido, onde trava e o que está em risco.
O que éUm documento que organiza o seu problema em quatro partes — o cenário atual, as pessoas e áreas envolvidas, o ponto exato onde o trabalho emperra e os riscos de não agir. Já vem formatado para anexar ao processo no SEI, sem precisar rediagramar.
Quando usarNo começo de tudo, quando você ainda precisa entender e descrever bem o problema antes de propor qualquer solução.
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02 Matriz de Riscos A lista dos riscos do projeto, cada um com a chance de acontecer e o tamanho do estrago.
O que éUma tabela que reúne os riscos do seu projeto. Para cada risco, mostra qual a chance de ele acontecer, qual o impacto se acontecer e por que ele foi classificado assim. Cada risco fica ligado ao ponto do problema que o originou.
Quando usarLogo depois do diagnóstico, quando você precisa mostrar — a chefias ou ao controle — que enxergou os perigos e não está agindo no escuro.
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03 Diretriz de Decisão Uma recomendação clara: seguir, seguir com cuidados ou não seguir.
O que éUm parecer que responde de forma direta se vale a pena transformar aquele problema em projeto. São três respostas possíveis: pode seguir, pode seguir desde que tome certos cuidados, ou não vale seguir. A Jô não devolve "depende" — e, quando recomenda não seguir, explica o porquê.
Quando usarQuando o diagnóstico e os riscos já estão na mesa e você precisa de uma posição firme para levar à decisão da gestão.
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04 Ordem de Ataque A sequência recomendada de próximos passos, na ordem de prioridade certa.
O que éUm roteiro que indica quais etapas da plataforma você deve percorrer depois do diagnóstico, e em que ordem. Evita o erro comum de pular direto do problema para a execução sem antes testar se a ideia se sustenta.
Quando usarAo terminar o diagnóstico, quando você já sabe qual é o problema mas ainda não sabe por onde começar a resolvê-lo.
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05 Blueprint de Sprint O plano de trabalho do projeto, dividido em três fases: entender, explorar e entregar.
O que éUm documento que descreve, passo a passo, como sua equipe vai conduzir o projeto, organizado em três fases: entender o problema a fundo, explorar e testar soluções, e entregar o resultado. O método é baseado em referências consolidadas de inovação pública no Brasil e na OCDE. Já vem pronto para anexar ao processo no SEI.
Quando usarQuando o projeto foi aprovado e você precisa organizar com a equipe o que será feito em cada etapa, com começo, meio e fim.
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06 Lógica Experimental A aposta central do projeto e como saber se ela deu certo.
O que éUm documento que deixa explícito o que o projeto está apostando que vai funcionar, qual é o ponto mais incerto dessa aposta e como você vai observar, na prática, se ela se confirmou. Funciona como um teste menor antes do investimento maior.
Quando usarAntes de implementar para valer, quando você quer reduzir o risco de gastar tempo e dinheiro numa solução que pode não funcionar.
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07 Plano de Trabalho Inicial Quem faz o quê, em que ritmo — a organização da equipe para começar.
O que éUm plano que define como a equipe vai se organizar para tocar o projeto: quem participa, qual o papel de cada um e qual o ritmo de trabalho. Serve de base formal para justificar a alocação de pessoas dentro do órgão.
Quando usarNo início da execução, quando você precisa montar e justificar a equipe sem deixar a organização do trabalho ao acaso.
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08 Minuta de Portaria de Criação O documento legal que cria oficialmente o laboratório.
O que éUm rascunho de portaria, pronto para revisão jurídica, que dá existência oficial ao laboratório: a que área ele se vincula, para que serve, o que pode fazer e em quais leis se apoia. Sem esse ato formal, o laboratório não tem base legal própria.
Quando usarQuando o laboratório precisa deixar de ser uma iniciativa informal e passar a existir oficialmente — protegido contra a próxima troca de gestão.
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09 Catálogo de Serviços A lista do que o laboratório faz — e, igualmente importante, do que ele não faz.
O que éUm documento que descreve com clareza os serviços que o laboratório oferece e, obrigatoriamente, os que ele não oferece. Definir os limites evita que o laboratório vire um "balcão de pedidos" que aceita tudo e perde o foco.
Quando usarQuando o laboratório começa a receber demandas de todo lado e você precisa de um documento para alinhar expectativas e dizer não com respaldo.
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10 Nota Técnica de Dedicação Exclusiva A justificativa legal para liberar servidores e bolsas para o trabalho de inovação.
O que éUma nota técnica que fundamenta, com base no Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação, a possibilidade de servidores se dedicarem exclusivamente a projetos de inovação, receberem bolsas e se afastarem de outras funções para essa finalidade.
Quando usarQuando você precisa que servidores trabalhem no laboratório com dedicação real e quer respaldo legal para isso junto ao RH e ao controle.
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11 Ato de Enquadramento como ICT O reconhecimento oficial do órgão como instituição de inovação.
O que éUm ato que enquadra o órgão como Instituição de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICT) perante o Marco Legal de CT&I. Esse reconhecimento abre acesso a parcerias e instrumentos jurídicos próprios da inovação. A Jô só emite quando há, de fato, atividade de pesquisa e inovação declarada.
Quando usarQuando o órgão quer firmar parcerias de inovação ou criar uma Política de Inovação — que tem nesse enquadramento a sua base legal.
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12 Estruturação inicial do NIT A criação do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) ligado ao laboratório.
O que éUm rascunho de portaria que cria o Núcleo de Inovação Tecnológica, a estrutura responsável por gerir a política de inovação e as parcerias do órgão. A Jô deixa você avançar, mas avisa quando o enquadramento como ICT ainda não foi feito — para o NIT não nascer sem base jurídica.
Quando usarQuando o laboratório amadureceu e precisa de uma estrutura formal para cuidar de parcerias, propriedade intelectual e transferência de tecnologia.
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13 Política de Inovação As regras permanentes que orientam como o órgão trata a inovação.
O que éUm documento que estabelece as diretrizes oficiais e duradouras de inovação do órgão. Pode ser feito em dois formatos: um documento único e integrado, ou um conjunto de resoluções separadas. O enquadramento como ICT é a base legal da Política — se ainda não tiver, a Jô redige mesmo assim e embute uma cláusula que condiciona a vigência a esse enquadramento.
Quando usarQuando a inovação deixou de ser projeto pontual e precisa virar uma regra institucional, estável a cada troca de gestão.
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14 Plano de Implementação Técnica Como a solução vai sair do papel: tecnologia, sistemas e responsáveis.
O que éUm documento que descreve como o projeto vai sair do papel — quais ferramentas e sistemas serão usados, o que a área de tecnologia do órgão precisa providenciar, quais ligações com sistemas antigos são necessárias e quem é responsável por cada parte.
Quando usarDepois que o projeto foi aprovado, na hora de combinar com a equipe de TI o que será feito, com quais recursos e em que ordem.
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15 Termo de Cooperação Técnica O acordo formal entre quem cria a solução e quem vai operá-la no dia a dia.
O que éUm rascunho de termo que formaliza a relação entre o laboratório, que entrega a solução, e a área que vai operá-la em caráter permanente. Define as responsabilidades de cada lado. Sem esse acordo, o laboratório acaba virando suporte eterno do que entregou.
Quando usarQuando a solução está pronta para ser entregue e você precisa passar a operação para a área responsável, com papéis claros.
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16 Plano de Handoff e Descontinuidade Como transferir a solução para outra equipe — ou desligá-la — sem causar transtorno.
O que éUm documento que planeja a passagem da solução para quem vai mantê-la e, se for o caso, o seu encerramento ordenado. Garante que a solução possa trocar de mãos ou ser desligada sem paralisar serviços nem deixar o órgão refém de um único fornecedor.
Quando usarIdealmente desde o início do projeto — toda solução pública precisa, desde o começo, de um plano de como será mantida ou encerrada no futuro.
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17 Teoria de Mudança A explicação de por que a sua ação vai gerar o resultado esperado.
O que éUm documento que liga, numa linha de raciocínio, o que você vai fazer ao que espera mudar na vida das pessoas. Separa com clareza o que foi feito (a atividade) do que de fato melhorou no mundo (o resultado).
Quando usarAntes de afirmar que um projeto gerou impacto — serve para mostrar, a quem cobra resultados, que a mudança teve uma lógica por trás e não foi sorte.
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18 Matriz de Indicadores de Valor Público Os indicadores que medem o valor gerado — para a gestão, o cidadão e o orçamento.
O que éUma tabela com os indicadores que mostram o valor público do projeto, organizados em três dimensões obrigatórias: o ganho para a administração, o ganho para o cidadão e o ganho econômico. Cada indicador vem com o critério de acompanhamento, a evidência esperada e a justificativa de por que foi escolhido.
Quando usarQuando você precisa definir, de forma transparente, como o sucesso do projeto será medido e comprovado.
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19 Plano de Coleta de Dados De onde vêm os dados de cada indicador, quem coleta e com que frequência.
O que éUm documento que coloca a Matriz de Indicadores em prática: indica onde cada dado está, quem é responsável por levantá-lo e de quanto em quanto tempo isso é feito. Sem ele, um indicador fica só no papel.
Quando usarLogo depois de definir os indicadores, quando você precisa garantir que os dados realmente serão coletados ao longo do projeto.
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20 Dossiê de Transição Todo o histórico do laboratório reunido para entregar a uma nova gestão.
O que éUm documento que consolida a história institucional do laboratório em três camadas: a base legal, o funcionamento no dia a dia e os resultados alcançados. Reúne as decisões já tomadas e o caminho que levou a cada uma.
Quando usarEm mudanças de gestão, para que a equipe que chega continue de onde a anterior parou, em vez de recomeçar do zero.
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21 Pitch Institucional Adaptativo A apresentação do laboratório, em versões certas para cada público.
O que éUm material de apresentação do laboratório preparado em várias versões — para a alta gestão, o controle, as áreas técnicas, o orçamento e os parceiros. O modo de contar muda conforme o público; os dados e os fatos permanecem os mesmos.
Quando usarQuando você precisa apresentar o laboratório a diferentes interlocutores e quer falar a língua de cada um sem perder a consistência.
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22 Dashboard de Impacto Acumulado Um painel único que reúne os resultados acumulados do laboratório.
O que éUm painel que reúne, num lugar só, os resultados já registrados nas fases anteriores — em especial o Plano de Implementação Técnica e a Matriz de Indicadores. Ele não cria números novos: organiza e soma o que já existe, mostrando o impacto acumulado do laboratório.
Quando usarQuando você precisa demonstrar, de forma rápida e visual, o valor que o laboratório já gerou — sobretudo em momentos de revisão orçamentária.
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O catálogo é a vitrine. O método está em Aplicação.
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